quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Sujeito Indeterminado





A cabeça que não para de latejar...
Sujeito Inderteminado andava de uma lado para o outro com um olhar arrastado. Rastejando entre os aquis e acolás da sua memória. Lembrava-se da vida, mas da vida singular, uma vida vivida de momentos de relembrar, de devaneios. Tinha uma cabeça que não parava de latejar com murmúrios, solavancos, sinapses, com membranas plasmáticas desgastadas. O Sujeito, apesar de ter esse sobrenome Indeterminado não queria ter essa marca da indeterminação na vida. Ele vai começar a relatar os fatos agora, ao invés de somente experimentá-los.




Daquele que ainda não sabe se
nomear

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