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No tempo de Gerard Arpel

A Falência do Prazer e do Amor...

sábado, 25 de janeiro de 2014

Woody Allen - Songs from Woody Allen's Films

Postado por Ger ERard ArDAMdel.... YL às 05:02 Nenhum comentário:
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Ger ERard ArDAMdel.... YL
Sao Joao del Rei,
Aconteceu por acaso, a conjuntura. Condições sócio-ecônomicas, a situação do país. Sua situação pessoal e as oportunidades profissionais. Oportunidades que o trancaram em casa e o fizeram desistir de procurar.. temporariamente aberto para novas investigações sobre a vida. "Quando, com toda justiça, consideramos falho o presente estado de nossa civilização, por atender de forma tão inadequada às nossas exigências de um plano de vida que nos torne felizes, e por permitir a existência de tanto sofrimento, que provavelmente poderia ser evitado; quando, com crítica impiedosa, tentamos pôr à mostra as raízes de sua imperfeição, estamos indubitavelmente exercendo um direito justo, e não nos mostrando inimigos da civilização..." Onde mineiro só é solidário no câncer.
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Tá valendo!! Blogs legais!!

 

..... e do prazer

Beber a vida num trago, e nesse trago Todas as sensações que a vida dá Em todas as suas formas.

Dantes eu queria Embeber-me nas árvores,
nas flores, Sonhar nas rochas, mares, solidões. Hoje não, fujo dessa idéia louca: Tudo o que me aproxima do mistério Confrange-me de horror. Quero hoje apenas
Sensações , muitas , muitas sensações , De tudo, de todos neste mundo — humanas, Não outras de delírios panteístas Mas sim perpétuos choques de prazer Mudando sempre, Guardando forte a personalidade Para sintetizá-las num sentir. Quero Afogar em bulício, em luz, em vozes, — Tumultuária



A Falência do amor e do prazer
Fernando Pessoa

Olivia Street

Olivia Street

Agosto, 15/2008.

Babies .....

Olha lá! Olha lá!!
ela que falou pra mim, bem cedo, falou que a criança que estava ao lado tinha o cabelo sujo...estranha ! Só depois que percebi que ela mostrava o cabelo, e o cabelo tava sujo mesmo...não dava pra ver o que era.
Alice ficou muito puta quando viu aquilo, um cabelo lindo, loiro, a criança usava uma chuteira e uma camisa , dessa surradas, que os meninos usam pra jogar bola.
Eu também olhei pra ele, e o garoto sabia que a gente falava dele, olhou bem no fundo do meu olho, deu até arrepio.
Alice, alice
não tem muro que separem as casas??
não, hoje não tem nenhum, sumiram todos...a gente até consegue ver o guri....
e o pôr-do-sol também,
dá uma olhada, acho que assim bonito como hoje, voce não vai ver mais.....dá uma olhada!!
Dá pra ver o campinho daqui...
Olha o sol, caralho!
Alice!
O menino passou por nós e foi...
O sol já estava frio agora, não tinha mais tinta no cabelo loiro do garoto, agora era preto, e ele já nem olhou mais fundo nos olhos quando passou por mim. Tinha ainda a chuteira e sua bola velha.....









Sao Paulo, 8 de Agosto de 1985...

Nas portas do céu...

Homem com bigode: Oi!! Me dá um suco de limão cravo?

Mulher: Tá...eu acho que posso fazer pra você.

Homem com bigode: Quanto é? Um real?

Mulher: Não sei, acho que 4 reais é o preço do suco natural. Quatro reais?

H. bigode: Mas ontem a moça que tava aqui me cobrou 1 real.

Mulher: É meu primeiro dia aqui, aqui em baixo, lá no restaurante eu já trabalhei como garçonete. Então vou fazer por 1 real. Ok...

H. bigode: Eu faço várias coisas, já fui quiroprata, fotógrafo, corretor... e vc?


Pausa...
Uhnnnnnnnfffffffff!!!!

Mulher: Tá quente hoje né, você quer com açucar, prova pra ver se tá bom?

H. Bigode: (Já com o bigode molhado!) Que mancha é essa? Perto do seu olho? Vc pintou aí?

Mulher: (Vira-se de costa , começa a lavar alguns copos e a limpar o balcão) Ah, não...é uma mancha mesmo, do sol, melanoma...

H. bigode: Desculpa me intrometer, mas eu fui homeopata também, e mancha na pele, é pancreas, problema no pancreas. ..

Engraçado, problemas no pancreas ou é genético, ou é excesso de bebida...

Mulher: Ah,hahah....

Epopéia

Epopéia
Ao sair em busca de aventuras e vencê-las, a alma desconhece o real tormento da tortura e o real perigo da descoberta, e jamais põe a si mesma em jogo;
ela ainda não sabe que pode perder-se e nunca imagina que terá de buscar-se.

...Quando a alma ainda não conhece em si nenhum abismo que a possa trair à queda ou a impelir a alturas ínvias,
quando a divindade que preside o mundo e distribui as dádivas desconhecidas e injustas do destino posta-se junto aos homens,
incompreendida mas conhecida, como o pai diante do filho pequeno,
então toda a ação é somente um traje bem talhado da alma.






Elogio da Sombra, de Jorge L. Borges

Sempre em minha vida foram demasiadas as coisas;
Demócrito de Abdera arrancou os próprios olhos para pensar;
o tempo foi meu Demócrito.
Esta penumbra é lenta e não dói;
flui por um manso declive
e se parece à eternidade.
Meus amigos não têm rosto,
as mulheres são aquilo que foram há tantos anos,
as esquinas podem ser outras,
não há letras nas páginas dos livros.
Tudo isso deveria atemorizar-me,
mas é um deleite, um retorno.
Das gerações dos textos que há na terra
só terei lido uns poucos,
os que continuo lendo na memória,
lendo e transformando.
Do Sul, do Leste, do Oeste, do Norte
convergem os caminhos que me trouxeram
a meu secreto centro.
Esses caminhos foram ecos e passos,
mulheres, homens, agonias, ressurreições,
dias e noites,
entressonhos e sonhos,
cada ínfimo instante do ontem
e dos ontens do mundo,
a firme espada do dinamarquês e a lua do persa,
os atos dos mortos,
o compartilhado amor, as palavras,
Emerson e a neve e tantas coisas.
Agora posso esquecê-las. Chego a meu centro,
a minha álgebra e minha chave,
a meu espelho.
Breve saberei quem sou.

he- sen - Tilton Galerry

Aqui. Hoje.

Já somos o esquecimento que seremos.
A poeira elementar que nos ignora
e que foi o ruivo Adão e que é agora
todos os homens e que não veremos.
Já somos na tumba as duas datas
do princípio e do término, o esquife,
a obscena corrupção e a mortalha,
os ritos da morte e as elegias.
Não sou o insensato que se aferra
ao mágico sonido de teu nome:
penso com esperança naquele homem
que não saberá que fui sobre a Terra.
Embaixo do indiferente azul do céu
esta meditação é um consolo.


Borges


Vem, vem, vem ficar juntinho, porque quando a gente tá sozinho, a gente não vale nada!!



Isaura S/A +1 Experimento Hidráulico

Das predinhas do mosaico...

Se compõe de ângulos e círculos, tal como aparecem nos manuais de geometria euclidiana; incorpora também componentes elementares da física, tais como ondas e espirais.

Se dissolvem quando o que se exige é a calculabilidade; tão-somente como partícula da massa que o indivíduo pode, sem atrito, escalar tabelas e servir máquinas.

As atividades que nele refluem alienaram-se dos seus conteúdos substanciais, e seguem publicamente o seu curso secreto.

Se situa acima das produções artísticas, que cultivam os sentimentos nobres obsoletos em formas passadas


Mas a proliferação de formas orgânicas e as emanações permanecem excluídas da vida psíquica.

A decomposição inevitável destas e de outras é a sorte da razão, uma vez que se realiza apenas nos lugares de decomposição das unidades naturais.





1. Queremos cantar o amor do perigo, o hábito da energia e da temeridade.

2. A coragem, a audácia, a rebelião, serão elementos essenciais da nossa poesia.

3. Até hoje, a literatura exaltou a imobilidade pensativa, o êxtase e o sono. Nós queremos exaltar o movimento agressivo, a insónia febril, o passo de corrida, o salto mortal, a bofetada e o sopapo.

4. Declaramos que a magnificência do mundo se enriqueceu de uma beleza nova: a beleza da velocidade. Um carro de corrida com a carroçaria enfeitada por grandes tubos de escape como serpentes de respiração explosiva… um carro tonitruante que parece correr entre a metralha é mais belo do que a Vitória de Samotrácia.

5. Queremos cantar o homem que segura o volante, cuja haste ideal atravessa a Terra, lançada, por sua vez, em corrida no circuito da sua órbita.

6. O poeta terá de se prodigar, com ardor, refulgência e prodigalidade, para aumentar o entusiástico fervor dos elementos primordiais.

7. Não há beleza senão na luta. Nenhuma obra que não tenha um carácter agressivo pode ser considerada obra-prima. A poesia deve ser concebida como um violento assalto contra as forças ignotas, para reduzi-las a prostrar-se perante o homem.

8. Estamos no promontório extremo dos séculos!… Porque deveremos olhar para detrás das costas se queremos arrombar as misteriosas portas do impossível? O Tempo e o Espaço morreram ontem. Nós vivemos já no absoluto, pois já criámos a eterna velocidade.

9. Nós queremos glorificar a guerra, o militarismo, o patriotismo, o gesto destruidor dos libertários, as belas ideias por que se morre e o desprezo da mulher.

10. Queremos destruir os museus, as bibliotecas, as academias de todo o tipo e combater o moralismo, o feminismo e todas as vilezas oportunistas ou utilitárias.

11. Cantaremos as grandes multidões agitadas pelo trabalho, pelo prazer ou pela revolta; cantaremos o vibrante fervor nocturno dos arsenais e dos estaleiros incendiados por violentas luas eléctricas; as gulosas estações de caminho-de-ferro engolindo serpentes fumegantes; as fábricas suspensas das nuvens pelas fitas do seu fumo; as pontes que saltam como atletas por sobre a diabólica cutelaria dos rios ensolarados; os aventureiros navios a vapor que farejam o horizonte; as locomotivas de vasto peito, galgando os carris como grandes cavalos de ferro curvados por longos tubos e o deslizante voo dos aviões cujos motores drapejam ao vento como o aplauso de uma multidão entusiástica.


....

Museus: cemitérios!... Idênticos, realmente, pela sinistra promiscuidade de tantos corpos que não se conhecem. Museus: dormitórios públicos onde se repousa sempre ao lado de seres odiados ou desconhecidos! Museus: absurdos dos matadouros dos pintores e escultores que se trucidam ferozmente a golpes de cores e linhas ao longo de suas paredes!

Que os visitemos em peregrinação uma vez por ano, como se visita o cemitério no dos dos mortos, tudo bem. Que uma vez por ano se desponta uma coroa de flores diante da Gioconda, vá lá. Mas não admitimos passear diariamente pelos museus nossas tristezas, nossa frágil coragem, nossa mórbida inquietude. Por que devemos nos envenenar? Por que devemos apodrecer?

E que se pode ver num velho quadro senão a fatigante contorção do artista que se empenhou em infringir as insuperáveis barreiras erguidas contra o desejo de exprimir inteiramente o seu sonho?... Admirar um quadro antigo equivalente a verter a nossa sensibilidade numa urna funerária, em vez de projetá-la para longe, em violentos arremessos de criação e de ação.

Quereis, pois, desperdiçar todas as vossas melhores forças nessa eterna e inútil admiração do passado, da qual saís fatalmente exaustos, diminuídos e espezinhados?

Em verdade eu vos digo que a frequentação cotidiana dos museus, das bibliotecas e das academias (cemitérios de esforços vãos, calvários de sonhos crucificados, registros de lances truncados!...) é, para os artistas, tão ruinosa quanto a tutela prolongada dos pais para certos jovens embriagados por seu os prisioneiros, vá lá: o admirável passado é talvez um bálsamo para tantos os seus males, já que para eles o futuro está barrado... Mas nós não queremos saber dele, do passado, nós, jovens e fortes futuristas!

Bem-vindos, pois, os alegres incendiários com seus dedos carbonizados! Ei-los!... Aqui!... Ponham fogo nas estantes das bibliotecas!... Desviem o curso dos canais para inundar os museus!... Oh, a alegria de ver flutuar à deriva, rasgadas e descoradas sobre as águas, as velhas telas gloriosas!... Empunhem as picaretas, os machados, os martelos e destruam sem piedade as cidades veneradas!

Os mais velhos dentre nós têm 30 anos: resta-nos assim, pelo menos um decênio mais jovens e válidos que nós jogarão no cesto de papéis, como manuscritos inúteis. - Pois é isso que queremos!

Nossos sucessores virão de longe contra nós, de toda parte, dançando à cadência alada dos seus primeiros cantos, estendendo os dedos aduncos de predadores e farejando caninamente, às portas das academias, o bom cheiro das nossas mentes em putrefação, já prometidas às catacumbas das bibliotecas.

Mas nós não estaremos lá... Por fim eles nos encontrarão - uma noite de inverno - em campo aberto, sob um triste galpão tamborilado por monótona chuva, e nos verão agachados junto aos nossos aeroplanos trepidantes, aquecendo as mãos ao fogo mesquinho proporcionado pelos nossos livros de hoje flamejando sob o vôo das nossas imagens.

Eles se amotinarão à nossa volta, ofegantes de angústia e despeito, e todos, exasperados pela nossa soberba, inestancável audácia, se precipitarão para matar-nos, impelidos por um ódio tanto mais mais implacável quanto seus corações estiverem ébrios de amor e admiração por nós.

A forte e sã Injustiça explodirá radiosa em seus olhos - A arte, de fato, não pode ser senão violência, crueldade e injustiça.

Os mais velhos dentre nós têm 30 anos: no entanto, temos já esbanjado tesouros, mil tesouros de força, de amor, de audácia, de astúcia e de vontade rude, precipitadamente, delirantemente, sem calcular, sem jamais hesitar, sem jamais repousar, até perder o fôlego... Olhai para nós! Ainda não estamos exaustos! Nossos corações não sentem nenhuma fadiga, porque estão nutridos de fogo, de ódio e de velocidade!... Estais admirados? É lógico, pois não vos recordais sequer de ter vivido! Eretos sobre o pináculo do mundo, mais uma vez lançamos o nosso desafio às estrelas!

Vós nos opondes objeções?... Basta! Basta! Já as conhecemos... Já entendemos!... Nossa bela e mendaz inteligência nos afirma que somos o resultado e o prolongamento dos nossos ancestrais. - Talvez!... Seja!... Mas que importa? Não queremos entender!... Ai de quem nos repetir essas palavras infames!...

Cabeça erguida!...

Eretos sobre o pináculo do mundo, mais uma vez lançamos o nosso desafio às estrelas."

Marinetti, 1909. Manifesto Futurista

MAREA de BRUJAS , de Flora Calderón Ruiz

Me niego a recordar
Por eso aquí me quedo
En el baile de sordomudos
En la arcilla de tu nariz
En esta copa de vino
Que lava heridas
Embriaga tu imagen
Te hace besarme
Morir por mi
en un abrazo de ceniza
en años de taquicardia

Pero no
No es verdad
Sólo mi embriaguez es absoluta
La tuya
¡Dios la tuya!
es una locura que invento
según el camino por donde pasas.

Navego en río de manos
Barco de letras y papel
Caño del espíritu

Tienes en tus manos
el cadáver de mi cadáver
El paisaje de huertos desolados

Devuélveme al hechizo
No quiero este circo de luceros caídos
De lechos lúgubres

Navego en aguardiente

Vienes de los espectros del fuego
Del velorio onírico
Naciste de la capa de un mago
y con mi fuerza me matas

Los cantos no están muertos

Niñas rojas te llevan manzanas y cabellos
Niñas de paño-azul
albas moradas para alumbrarte
...

Te haz extraviado en el sueño
en la barca rota de mi cuerpo
que poco a poco se hunde en la tierra.



caio fernando de abreu

“Em luta, meu ser se parte em dois. Um que foge, outro que aceita. O que aceita diz: não. Eu não quero pensar no que virá: quero pensar no que é. Agora. No que está sendo. Pensar no que ainda não veio é fugir, buscar apoio em coisas externas a mim, de cuja consistência não posso duvidar porque não a conheço. Pensar no que está sendo, ou antes, não, não pensar, mas enfrentar e penetrar no que está sendo é coragem. Pensar é ainda fuga: aprender subjetivamente a realidade de maneira a não assustar. Entrar nela significa viver.”

A gente só avacalha e esculhamba!!!

Mais uma bomba do terceiro mundo plantada por invasores,mas tudo que vai volta e quem tiver de sapato não vai sobrar!


"Posso dizer de boca cheia: eu sou um boçal."

dejdje

Djedje (jeje) é uma palavra de origem yoruba que significa estrangeiro, forasteiro e estranho;
Recebeu o “inimigo”, natural de Allada, o Terreiro do Pó que foi herdado por aqueles que já estavam aqui !!! Os outros se reconheceram como inimigos e gritaram “Pou okan, djedje hum wa!”; e assim ficou conhecido o culto dos Voduns no Brasil “a nação Jeje”.
Os hábitos e costumes dos Voduns são bem definidos, e podemos nos recohecer a qualquer instante. Eles não usam roupas luxuosas , não gostam de roupas de festa e geralmente preferem a boa e velha roupa de ração. ...

unheimlich

Abrem-se os trabalhos em 2008...

Unheimlich - o que é assustador; provoca medo e horror; não-familiar;
misterioso; sobrenatural; inquietante; lúgubre; suspeito;
desconfortável; demoníaco;
o que deveria ter permanecido secreto e oculto mas veio à luz
Heimlich - íntimo; agradavelmente confortável; familiar; pertencente à casa;
amistoso; lugar livre da influência de fantasmas; domesticidade;
sensação de repouso agradável e segurança;
conhecimento místico e alegórico; artes mágicas; afastado do conhecimento;
escondido, oculto da vista; sonegado aos outros;
partes pudendas; secreto; perigoso;
unheimlich

Alteração...

Alteração...
Levanto-me cedo e percorro, um a um, todos os alfarrabistas da parte antiga da cidade. Devoro vitrinas, prateleiras e sótãos sombrios, não encontrando nenhuma pista entre os milhares de livros ruçados e poeirentos. Num momento de desespero prostro-me no chão e grito selvaticamente, rasgando a própria pele. Um homem aproxima-se de mim, e eu, com os olhos raiados de sangue, consigo apenas articular: Quem é Ärno Spoyzèck?'
A Obsessão , de Nadja Nemeth, 1937

Qual é o teu nome? Esquece. Para que serve um nome?! Como te chamam na cama?

Qual é o teu nome? Esquece. Para que serve um nome?! Como te chamam na cama?
tira uma foto!!

do lado das costas

do lado das costas
N'augusta solidão dos cemitérios.Resvalando nas sombras dos ciprestes. Passam meus sonhos sepultados nestes. Brancos sepulcros, pálidos, funéreos.

a lavoura...

e na modorra das tardes vazias na fazenda, era num sítio lá no bosque Que eu escapava aos olhos apreensivos da família, amainava a febre dos meus pés na terra úmida, cobria meu corpo de folhas e, deitado à sombra, eu dormia na postura quieta de uma planta enferma vergada ao peso de um botão vermelho.

Oui, oui...uiiiiii

Oui, oui...uiiiiii

e do amor?

Nem em criança, ser predestinado, Alegre eu era assim; no meu brincar, Nas minhas ilusões da infância, eu punha O mal da minha predestinação. ..................................................................... Acabemos com esta vida assim! Acabemos! o modo pouco importa! Sofrer mais já não posso. Pois verei — Eu, Fausto — aqueles que não sentem bem Toda a extensão da felicidade, Gozá-la?

et la lune

et la lune